Morreu a mulher do comerciante


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Morreu a mulher dum comerciante da velha guarda.
O homem, transtornado tanto pelo falecimento como pelo dinheiro a gastar no funeral, ligou para o jornal e disse:
– Gostava de colocar um anúncio na secção de necrologia, mas quero o mais barato que tiver, “MORREU MARIA” basta!
O empregado, do outro lado, um tanto embaraçado, responde:
– Meu caro senhor, não deseja algo mais?
– Neste jornal os anúncios têm todos o mesmo preço até cinco palavras!
O homem pensou um pouco:
– Então escreva aí: “MARIA MORREU. VENDE-SE OPEL CORSA”.

Anedota enviada por Amilcar Alhão.

Risada no velório


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No meio da tristeza de um velório, uma amiga olha para uma amiga e começa a rir.
– O que é isso, Suelen??? – pergunta a amiga, aflita.
– Estou rindo daquele arranjo de flores em forma de coração no caixão!
– E qual a graça disso? – sussurra a amiga.
– Isso é uma homenagem que os amigos médicos fizeram para o falecido. – diz a Suelen enquanto se ri.
– Mas ele era o melhor cardiologista da cidade! – exclama a amiga.
Ao que a Suelen responde:
– Pois então… É disso mesmo que eu estou rindo! Quero só ver o que vão pôr quando o meu marido morrer. É que ele é o melhor ginecologista da cidade!

Anedota enviada por Cristiane.

Inimigo no funeral


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Num funeral, um tipo abeira-se de outro e pergunta-lhe:
– O falecido não era um acérrimo inimigo seu?!
O outro responde: – Era, era!!
O primeiro: – Então, está aqui porque lhe perdoou?
O outro: – Não, estou aqui só para ver se ele fica bem enterrado.